segunda-feira, 30 de maio de 2011

Nada contra mim



Bate leve, levemente

Bate fraco e impotente

Bate o fraco vento descontente

Bate a pedra prepotente


Fracos contra mim porque te tenho

E no te ter tenho a inabalável força

Porque enquanto a tua mão me tocar

E a tua boca me beijar

Gritarei que te amo até que o mundo oiça


Contigo nada temo e mesmo sem nada me temer

Não preciso de meter medo para todos vencer

Pois basta-me olhar os teus olhos para vencer Golias

Basta um suspirar teu para vencer os Deuses a ver se sorrias


Faço tudo por te roubar sorrisos e dar-te alegria

Procuro o teu olhar todo o dia

E se não o encontro refugio-me em poemas de paixão

Por não ser mais que um louco, pois os amantes o são


Sem ti desmoronam os castelos que faço com sonhos

Transformam-se em pó se me negas amor

E segue-se um futuro de futuros medonhos

E um novo passado de presente dor


Mas o presente é outro e o futuro também

É presente de felicidade por ti e um futuro a querer-te bem

Por isso resta-me pedir-te que não saias daqui

Pois não amo outra a não ser a ti!

sábado, 28 de maio de 2011

Não te esqueças...



Não te esqueças o quanto te quero…

Pois nunca me esqueço quando te espero…

Não te esqueço nunca, que isso que não te esqueça

Porque te dou tudo sem esperar que meu coração aqueça


Espero que nunca te esqueças desse brilho que tens…

Nunca te esqueças que esse brilho tem meus olhos reféns!

Á muito mos raptaste para que olhem só para ti

Por isso, quando te apetecer chorar…sorri!


Que não te esqueça o teu rir de felicidade

Pois é isso a minha vida…falando verdade

Não olvides também o meu tocar…

Porque vou estar sempre aqui para te amar!


Não esqueças as conversas dos nossos olhos

Muito menos as dos nossos corações

Porque são elas que ridicularizam as demais paixões


Não esqueças jamais as palavras que te dirijo

Jamais te esqueças dos toques que uso como esconderijo

E não quero que não te lembres também

Do quanto te quero bem!


Porque para mim és muito mais que uma mulher

Proteger-te-ei todos os dias do ano

Vou estar a teu lado mesmo quando ninguém estiver

Escrevo este poema para que não te esqueças que te amo

segunda-feira, 23 de maio de 2011

- Amo-te -



As vezes, perco-me nas horas… a pensar em ti…
Muitas vezes passam tão rápido que no fim choro…
O que me apazigua é quando teu olhar sorri… (e dizes)
-“Amo-te”…com aqueles olhos que reluzem e nunca decoro…
Te dizer o quanto me fascinam eles, nem me é possível!
E se fosse capaz de tal…seria em gesto incompreensível!

Apenas asseguro que é difícil dizer como me faz crescer o teu sorriso
Muito…digo-te, mesmo cego cresceria de alegria ao som do teu riso
Ou até mudo,em gestos, diria como me faz feliz o teu tocar… (diria)
-Mesmo cego, reluz em mim teu sorriso, mesmo mudo te dou meu ar
Talvez não creias…mas mesmo surdo ouviria o teu respirar
E mesmo sem pernas até ti iria sempre andar!

Assim…creio no teu ser…como fonte que me dá de beber
Mas é no “te ver” que encontro a razão do viver
Os que duvidam do que sinto, apenas me fazem rir e dizer:
-“Vivam um amor como eu, e passem a crer!”
Trago por isso em mim aquilo que não há em mais lado nenhum
Este amor que me enche o peito que nada tem de comum

A todas as tempestades me faria
Meramente por te amar
O teu amor… só ele me protegeria
-No teu ser encontraria o voar
Tu…sabe que te amo sem igual…
E o direi de todas as formas…até de forma vertical

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Amor Histórico



De amores históricos está a história cheia
Comparados com o meu o deles é grão de areia
É maior o meu amor que o deles todos
Pois o nosso é sem limite como o dos miúdos

O mundo começa com Eva e Adão
E antes de eu ser, eles criam a paixão
Mas mesmo sendo eles a criar, eu sou maior
Porque amar como eu amo, não conseguem melhor

Junta-se Cleópatra e César com o seu amor Imperial
Mas mesmo com impérios juntos não conseguem algo especial
Algo como eu…não é egocentrismo…é a força do sentir
E já nem me interessa se ninguém me vai ouvir…
Por que os meus gritos de amor são mudos
Mas são tão fortes que até ouvem os surdos!

Chegam Romeu e Julieta de amor enorme
E nem esses têm sentimento que me conforme
Porque Romeu sou eu e Julieta és tu
Porque morria por ti de qualquer forma cru

Somos uma Bonnie e um Clyde que nos assaltamos
Roubamos o coração um ao outro e logo nos beijamos
Mas nem por sombras morremos em estrondos de balas
Pois nem que meu corpo te sirva de escudo…o meu amor não calas

E como Dom Quixote amava Dulcineia de só uma vez a ver
Amar-te-ia mesmo sem te ter
Mas tenho, e por isso o meu amor é mais louco que o dele
E por ti luto com mais do que moinhos, com mais bravura que ele

E á semelhança de conquistar muitos impérios como Napoleão
Eu procuro algo igualmente grande…procuro a tua paixão…
Por isso mais do que esse Imperador e Josefine somos
Pois já maiores que eles fomos

A história escreve-se de tudo o que é feito…
O meu maior foi conquistar o teu amor
Pois vai ficar para a história o que trago no peito
Este sentimento… este tanto vigor!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Poesia do Viver



Ultimamente...tenho investido na poesia do viver
Sim...nestes últimos dias tenho vivido de amor e querer
É como magia que me enlaça no corpo e na alma...
São os beijos e toques que me deixam em êxtase e depois em calma

Já quase em tom de desabafo posso dizer...Sou feliz!
Sim feliz...felicidade consciente e não aquela de petiz
Sim, porque novos, somos felizes sem o saber, sem ter consciência
Esta felicidade é tudo menos inconsciente...é o cumulo a omnipotência!

Sem duvida...se há algo que me orgulho de ter feito...é isto!
Isto que tenho vivido...esta coisa inexplicável...nunca previsto!
É fantástico...sou oficialmente um puto...voltei a nascer!
Sou como a fénix das cinzas voltei a crer!

Ás vezes parece que me roubas a poesia...alias tornaste nela!
Depois voltas a devolve-la... e eu escrevo por ela
É quase como descrever o teu corpo...mas é difícil a descrição
É complexo...mas ao mesmo tempo é difícil qualquer omissão

Não explico porque não sei mais que pouco sobre algo tão colossal
Sim! é um colosso este sentimento,necessidade basicamente irracional
Não caberia nem em mil poemas uma pontinha de tudo o que és...
Estar contigo é elevar-me a cima de tudo...é ter o mundo ao meus pés

Nem que escrevesse noite dentro conseguiria explicar um só toque
Muito menos cada beijo, cada frase...cada choque!
Por isso resta-me apenas resumir numa palavras que nem chega para descrever
Mas é o que existe...por isso...Amo-te!...podes crer!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um novo dia



(este poema foi feito por causa de um trabalho de AP...decidi publicar)

Da gloria enferma onde um dia veio á luz um aborto
Acordou a morte flamejante que enegrece o homem

E da grande cobiça ou ambição pelo poder
Foram deitadas ao solo as sementes da desordem
Pelos seres podres que os pecados mordem
Ou pelo jazer do ser pacifico agora morto
Morrem vidas, choram almas, que deitaram tudo a perder
Para ver mais elevado o seu malfadado querer
E assim se abriram as portas do inferno e desconforto

Mas o homem sempre quis provar que pau direito não morre torto
E assim começam a fechar as portas, para ajudar todos correm

E desta, as correntes do desespero não os vão prender
Porque desta, a necessidade aguça a força e eles não morrem
E por não morrer, o ser cresce, renova e cria nova ordem
Assim, no mar da dúvida e desespero se encontra um novo porto
Onde a bondade e fraternidade vão renascer
Onde o ser se vai regenerar e deixar de sofrer
Para reluzir como nunca antes e obter o ar absorto

Por isso canto a dor que transporto
Pelo passado doloroso que agora tem presente de felicidades que escorrem

Porque transborda a felicidade deste novo mundo que vi nascer
Desta terra onde já não existe a bagunça e todos crêem
Onde todos querem viver e todos se equivalem
Quer pelo esforço e trabalho, quer pela natureza e horto
Chamem ao mundo pajador pelo improviso que nele fizeram e vão fazer
Porque de o improvisar não param e do passado não se vão esquecer
É a nova vida feita de trabalho, por isso não caiam na preguiça por desporto

Porque trabalho neste novo mundo é para o vivo e para o morto
O hoje renasceu novamente e renascerá sempre, seja feita a vontade de Deus e do homem!

domingo, 8 de maio de 2011

Amor intemporal



Hoje percebi o que já sabia…
Que ontem e amanhã saberei
Que a sorte me sorria
Mal o ano passei

O tempo nada prova
Mas serve para o provar…
Que amor tenho de sobra
Mas só a uma pessoa vou dar

É tão simples como esta rima
Curta mas que não descuida sentimento…
Pois este amor deixa-me em cima
Dá-me luz e alimento

Não é tão simples de descrever
Como a palavra “Amor” que existe
Pois essa ainda pode fraca parecer
Para o sentimento de mim que em ti insiste

Para o meu coração, ainda insiste á pouco
Pois ele está preparado para muito mais insistir
Para continuar a amar-te como um louco
Que tem casa mas não sabe para onde ir

Como alguém que não sabe para onde ir
Porque a verdadeira casa és tu
Porque és o meu grande motivo para sorrir
E mostrar o meu corpo a nu

A nu me mostro a ti
Porque nada tenho a esconder
Deixo o amor falar por si
Para te mostrar o meu querer

Já passou tempo
E por mim, muito mais passará
Pois meu amor não perde alento
Nem deixa vir coisa má

Escrevinho por isso pequenas rimas em papel
E mesmo escrevinhando por ti me esmero
Para poder assinar meu nome…Miguel
E para mostrar o quanto te quero

terça-feira, 3 de maio de 2011

A minha casa



Nunca nos fartamos de casa…
Tu…és onde eu moro…
A saudade em mim… arde como brasa
E eu… vou mas não demoro

Demoro mais que a saudade…
Porque essa, rápido vem
Em ti, dela encontro liberdade
Proteges-me como ninguém!

Cada dia que consigo a casa voltar…
Descubro um novo motivo para a amar
E a cada “ruído” que dela oiço, mais a amo
E a cada passo que no seu piso dou, mais a chamo!

Já nem sinto necessidade da rima…
Porque o amor não tem que rimar
Pois é um sentimento superior…lá em cima!
Só mesmo lá o podemos localizar!

Se estou farto de ti? Nunca!
Se me fartarei? Já mais!
Se a vida me sorri? Contigo, sempre!
Se sei do que falo? Desta(s) vez(es) sim!